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	<title>Marcas e Patentes &#124; Sulmark &#124; BLOG &#187; propriedade intelectual</title>
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	<description>O canal de comunicação sobre marcas e patentes nas mídias sociais</description>
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		<title>América do Sul lança projeto-piloto de cooperação em patentes</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 17:33:46 +0000</pubDate>
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Os institutos nacionais de propriedade intelectual de nove países sulamericanos vão realizar, ainda este ano, um projeto-piloto de cooperação nos exames de patentes. A decisão foi tomada por representantes destas instituições durante reunião entre os dias 24 e 25 de janeiro de 2011, em Buenos Aires, na Argentina. Com a união de esforços, o objetivo [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>
Os institutos nacionais de propriedade intelectual de nove países sulamericanos vão realizar, ainda este ano, um projeto-piloto de cooperação nos exames de patentes. A decisão foi tomada por representantes destas instituições durante reunião entre os dias 24 e 25 de janeiro de 2011, em Buenos Aires, na Argentina. Com a união de esforços, o objetivo é buscar cada vez mais agilidade e qualidade em decisões de patentes.</p>
<p>Esta ação faz parte do projeto de cooperação regional em patentes, chamado de Prosur. Nove países fazem parte do projeto: Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Suriname e Uruguai.</p>
<p>O piloto funcionará da seguinte forma: serão selecionados 300 pedidos de patentes, nos campos de biotecnologia e mecânica, que tenham sido apresentados em dois ou mais países, para o exame cooperativo. Examinadores dos países envolvidos trocarão informações de busca e exame relevantes para a decisão final, que continua sendo tomada, soberanamente, por cada país. No futuro, a meta é expandir a cooperação para outras áreas.</p>
<p>Para que o projeto funcione, examinadores de patentes de oito países (com a exceção do Suriname) vão se reunir no Uruguai para definir questões operacionais. Uma coisa é certa: a interconexão das bases de dados será feita por uma plataforma desenvolvida na Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), conhecida como &#8220;WIPO-Case&#8221;.</p>
</blockquote>
<p><center><br />
Via <a title="http://www.inpi.gov.br/noticias/america-do-sul-lanca-projeto-piloto-de-cooperacao-em-patentes" href="http://www.inpi.gov.br/noticias/america-do-sul-lanca-projeto-piloto-de-cooperacao-em-patentes"_blank">INPI</a></p>


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		<title>Uso em juízo da propriedade intelectual deve aumentar</title>
		<link>http://www.sulmark.com.br/blog/2011/01/10/uso-em-juizo-da-propriedade-intelectual-deve-aumentar/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 13:29:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lmco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos dez anos, o exercício em juízo do direito de propriedade intelectual vem crescendo no País, ou seja, quando as empresas se deparam com a infração de suas marcas ou patentes e buscam assegurar suas garantias de exclusividade na Justiça. E a tendência é de que o uso da propriedade intelectual enquanto o Judiciário [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos dez anos, o exercício em juízo do direito de propriedade intelectual vem crescendo no País, ou seja, quando as empresas se deparam com a infração de suas marcas ou patentes e buscam assegurar suas garantias de exclusividade na Justiça. E a tendência é de que o uso da propriedade intelectual enquanto o Judiciário dá resposta final cresça ainda mais. A análise é do advogado Gustavo de Freitas Morais, do Dannemann Siemsen Advogados. </p>
<p>O aumento das disputas em juízo já reflete na atuação do escritório. &#8220;Aumentou muito o contencioso na área de propriedade intelectual, que já deve ocupar mais da metade dos casos do escritório&#8221;, diz o especialista. A atuação administrativa, perante o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), permanece alta. Especialmente com o aumento do número de depósito de patentes no Brasil. </p>
<p>Em 2010, o INPI concedeu 3.620 patentes, crescimento acumulado de 30% na comparação com o resultado de 2006. Em relação ao ano passado, o aumento foi de 14,8%. O Instituto estima que o fechamento das solicitações de patentes do ano passado supere 30 mil pedidos. Nos últimos quatro anos, este índice deverá crescer cerca de 40%.</p>
<p>&#8220;O depósito de marcas sempre foi grande no País. No caso de patentes, crescemos, mas ainda temos muito a evoluir se compararmos com países de recente desenvolvimento econômico, como China, Coreia do Sul e Taiwan&#8221;, pondera o advogado.</p>
<p>O crescimento da atuação com propriedade intelectual está diretamente ligado, além do desenvolvimento da economia, à preocupação das empresas nacionais com a inovação. &#8220;Alguns dos grandes depositantes de patentes no Brasil hoje são empresas ou instituições nacionais, coisa que no passado era impensável&#8221;, afirma o advogado. Segundo ele, o investimento é pesado, com mão de obra cara, mas os resultados são incertos. &#8220;Se há uma sensação de que a lei é incerta, que o caso vai ser julgado em favor da cópia, esse agente não vai investir em inovação.&#8221; Essa incerteza, segundo o advogado, vem acontecendo no caso das patentes pipeline de medicamentos, em que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) vem privilegiando interpretação do INPI. Há 33 recursos aguardando posicionamento do STJ. </p>
<p>Por Andréia Henriques<br />
Fonte <a title="http://www.dci.com.br/" href=" http://www.dci.com.br/" target="_blank">DCI</a></p>


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		<title>Marcas estrangeiras e os costumes nacionais</title>
		<link>http://www.sulmark.com.br/blog/2009/11/06/marcas-estrangeiras-e-os-costumes-nacionais/</link>
		<comments>http://www.sulmark.com.br/blog/2009/11/06/marcas-estrangeiras-e-os-costumes-nacionais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>idegasperi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O caráter genérico de uma marca deve ser analisado segundo os usos e costumes nacionais. E, ainda, nada impede o registro de um nome estrangeiro se a expressão literal não tiver significado para o brasileiro.


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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Marcas estrangeiras</strong> devem ter uso <strong>nacional</strong><br />
O caráter genérico de uma <strong>marca</strong> deve ser analisado segundo os <strong>usos</strong> e <strong>costumes</strong> <strong>nacionais</strong>. E, ainda, nada impede o <strong>registro</strong> de um nome estrangeiro se a expressão literal não tiver significado para o brasileiro. A decisão é da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, no julgamento de um recurso que garantiu à empresa <strong>Mark Peerless</strong> o certificado de sua denominação junto ao <strong>Instituto Nacional de Propriedade Intelectual</strong> (INPI). O órgão se negava a fornecer o registro com o argumento de que a tradução <strong>‘Marca Inigualável’</strong> era um termo genérico; <strong>pertencente ao uso comum</strong>.</p>
<p>A lei que regula direitos e obrigações relativas à <strong>propriedade intelectual é a 9.279/96 </strong>e, em seu artigo 124, estabelece que não é registrável como marca denominação genérica ou sua representação gráfica, expressão empregada comumente para designar gênero, nacionalidade, destino, peso, valor e qualidade.<br />
Segundo o<strong> Tribunal Regional Federal </strong>da 2ª Região, estava evidente o caráter genérico da expressão <strong>Mark Peerless</strong> e, diante da globalização, estaríamos equiparando o registro junto ao <strong>Inpi</strong> a um catálogo telefônico, no qual qualquer expressão em língua inglesa poderia ser registrada.<br />
A <strong>4ª Turma do STJ</strong>, no entanto, assinalou que <strong>a marca</strong> não faz alusão a nenhum produto especificamente e nem mesmo o caráter genérico pode ser invocado no caso. “A <strong>razão</strong> imediata da existência do <strong>direito da marca</strong> é a distintividade, de sorte que <strong>não se pode conceder o registro</strong> quando outra <strong>pessoa</strong> ou a <strong>coletividade</strong> já possui <strong>direito de uso</strong>”, esclareceu o relator, ministro Luis Felipe Salomão.<br />
A vedação legal para o r<strong>econhecimento do registro</strong> exige o tratamento em sua <strong>forma original</strong>, na <strong>língua inglesa</strong>, e não em sua <strong>tradução literal</strong>.</p>
<p>A distintividade, no caso, ficou reconhecida.</p>
<p>O relator esclareceu que solução diversa seria dada para casos em que<strong> empresas</strong> pretendessem o <strong>registro da marca</strong> grafada em<strong> língua estrangeira</strong>, mas com uso ordinário no país, como é o caso de termos consolidados como hot-dog, spa, cooper, flat, entre tantas outras.<br />
O relator ressaltou, ainda, que solução distinta também teria casos de nomes que remeteriam a expressões ultrajantes. O ministro citou precedentes em que o fato de a <strong>marca</strong> ser de <strong>uso comum </strong><strong>não impede o registro</strong> junto ao <strong>Inpi</strong>. No julgamento Resp 237.954-RJ, ficou <strong>estabelecido</strong> que a expressão <strong>off-price</strong> pode ser usada num contexto da <strong>denominação</strong> de um <strong>centro comercial</strong>. Com informações da Assessorias de Imprensa do STJ e <a title="http://www.conjur.com.br/2009-nov-06/marcas-estrangeiras-sao-analisadas-base-significado-nacional" href="http://www.conjur.com.br/2009-nov-06/marcas-estrangeiras-sao-analisadas-base-significado-nacional" target="_blank">post original aqui</a>.</p>


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		<title>Entenda as diferenças de Direito Autoral e Creative Commons!</title>
		<link>http://www.sulmark.com.br/blog/2009/10/15/entenda-diferencas-direito-autoral-creative-commons/</link>
		<comments>http://www.sulmark.com.br/blog/2009/10/15/entenda-diferencas-direito-autoral-creative-commons/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 16:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>idegasperi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[propriedade intelectual]]></category>
		<category><![CDATA[serviço de hospedagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo os dados apresentados no vídeo sobre a revolução das mídias sociais, existem mais de 200.000.000 de blogs na blogosfera. Cada autor destes blog produz um conteúdo para seu blog, seja profissional, acadêmico ou qualquer outro, ele têm direitos sobre este conteúdo. E é sobre isso que será este post.


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo os dados apresentados no vídeo sobre a <a title="http://www.midiassociais.blog.br/2009/08/24/revolucao-midias-sociais/" href="http://www.midiassociais.blog.br/2009/08/24/revolucao-midias-sociais/" target="_blank">revolução</a> das <strong>mídias sociais, </strong>existem mais d<strong>e 200.000.000 </strong>de blogs na<strong> blogosfera. </strong> Cada autor destes <strong>blog</strong> <strong>produz</strong> um <strong>conteúdo</strong> para seu blog, seja profissional, acadêmico ou qualquer outro, ele <strong>têm direitos</strong> sobre este conteúdo. E é sobre isso que será este post.</p>
<p>Dando uma rápida olhada na wikipedia descobre-se que:</p>
<blockquote><p><strong><a title="http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_Autoral" href="http://http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_Autoral" target="_blank">Direito Autoral:</a> </strong>são as denominações utilizadas em referência ao rol de direitos aos autores de suas obras intelectuais que pode ser <strong>literárias</strong>, <strong>artísticas</strong> ou <strong>científicas</strong>.</p>
<p><strong>Direitos autorais</strong> não são necessariamente o mesmo que <em><a style="text-decoration: none; color: #002bb8; background-image: none; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: initial; background-position: initial initial;" title="Copyright" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Copyright">copyright</a></em> em inglês. O sistema do <strong>copyright</strong> difere do de <strong>direito de autor</strong>. Os nomes respectivos já dão-nos conta da diferença: de um lado, tem-se um direito à cópia, do outro um <strong>direito de autor</strong>.</p></blockquote>
<p>Estou comentando isso pois há uns dois dias, fiquei sabendo através do <strong>twitter</strong> que um <strong>blogueiro</strong> teve todo seu conteúdo de <strong>6 meses</strong> postado num blog <strong>deletado</strong>. Pra quem escreve no seu blog pode imaginar o sentimento de raiva que esta pessoa teve e tamanha <strong>falta de consideração</strong> que foi este ato. Sem falar, que isso é crime! A empresa <strong>mandou por email</strong> um aviso dizendo que iria deletar o material se o autor não entrasse em contato para renovar o plano gratuito que tinha recebido. Mas o email foi parar direto na <strong>caixa de spam</strong> e o autor sequer o recebeu.</p>
<p>Infelizmente entrei em contato com a pessoa para ela nos explicar o fato aqui, citar nomes, serviço de hospedagem e tudo mais, apesar de ser muito atencioso, por questões legais, achou melhor não se pronunciar a respeito. E tal posição será prontamente respeitada pela <strong>Sulmark. </strong>O autor vai entrar com uma <strong>ação judicial</strong> para tentar recuperar seu material nos <strong>backups</strong> da empresa de hospedagem, que é o seu principal <strong>interesse.</strong></p>
<p><strong>Estamos aguardando o desenrolar do caso e assim que possível pretendemos dar mais informações por aqui.</strong></p>
<p>Agora, com a velocidade que o mundo está mudando, pode ser do interesse das pessoas que seu material seja divulgado, reproduzido, veiculado para outras pessoas, na internet, desde que seguindo algumas regrinhas. Dai, surgiu uma variação do copyright, chamado de <strong>Creative Commons. </strong></p>
<p><strong>Confira o vídeo e entenda, exatamente, do que estou falando!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/izSOrOmxRgE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/izSOrOmxRgE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>


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